Como os cantores da época ditatorial eram, em sua grande maioria (senão todos) jovens universitários classe média/classe média alta, onde o que importava era falar sobre a ditadura, incitar as pessoas contra ela ou provocar.
Entretanto, a questão da diferença social, da luta de classe, tampouco os importava, se não chegavam a ignorá-la.
Diferente do que se pode perceber hoje, onde a nova música de protesto se caracteriza por RAPs pesados, que contam a vida na favela, a luta de classes, da classe pobre lutando todo dia contra a diferença e o preconceito. Dessa vez os músicos são os rappers, em sua maioria esmagadora moradores das favelas, homens e melhores de grande destaque em suas comunidades e que tem grande voz ativa com projetos sociais.
E ainda que essa nova música protestante tenha mais propósito do que as MPBs da época ditatorial, o “boom” que causou impacto a todos ainda não ocorreu com o RAP, mas as apostas são positivas quanto a isso.
Chico Buarque, músico dos protestos de ontem
MV Bill, rapper, músico dos protestos de hoje
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Ficou uma bosta, e foda-se.
Eu detesto firula e fiz o mais explicativo-e-simples que eu consegui.
Ah, vocês me conhecem.


2 comentários:
Não achei que ficou uma bosta,mas assim ficou curto,talvez desse pra desenvolver mais...sei lah...parece que esta meio cortado..Mas vamos ver o que o Flório diz...
Talita, peloamordedeus estende isso!!! Diz qual era o tipo de protesto na época da ditadura, cite músicas, fale do exílio. E nas músicas de protesto atuais, a mesma coisa, cite músicas, músicos mais influentes e tal.
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